
Recebo e publico uma nota sobre o Movimento Jovem Portugal, vinda de uma testemunha directa daqueles tempos: um militante da organização Jovem Europa, autor do nome e emblema (o Doriphorus: símbolo criado por Policleto na sua obra sobre a Harmonia) do Centro de Estudos Sociais Kanon [p.124].
Apresento uma interessante troca de impressões que tive com um leitor dos livros "Folhas Ultras" e "Império, Nação, Revolução".
Mais umas valiosas memórias de John Andrade acerca da Legião Portuguesa.
Comprei hoje o seu livro Império, Nação, Revolução, que li com muita atenção, por ter vivido a Crise de 69 na Universidade de Coimbra, altura em que coleccionei quantos prospectos encontrei e tirei notas abundantes.
Foi um período muito interessante, pois nem sempre as pessoas estavam directamente ligadas a partidos, e muitos iam apenas pelo feeling e sem coordenação alguma, participando só de grupos restritos aos amigos.
[Na] reunião na Quinta das Lágrimas, em Coimbra em 1970, após incidentes no Teatro Gil Vicente, […] discursaram vários integrantes das chamadas "direitas" inclusive ex-ministros de Salazar (Franco Nogueira), de que resultaram realmente vários artigos contra o regime "liberal" do Marcelo Caetano. O Luís Fernandes deve ter ainda cópia do artigo que na altura escrevi no jornal que ambos patrocinávamos chamado "Acuso". Muita pretensão minha ...
Publico uma rectificação historiográfica que me fui enviada por um protagonista bem informado do meio nacionalista português.
seja importante acrescentar um detalhe sobre a ida para Angola do Zarco.
ar, quero agradecer-lhe a dedicatória, tão amavelmente exagerada, que me penhorou. Agradeço, também, as múltiplas referências que me faz ao longo dos dois volumes. Muito e muito obrigado.
Passemos ao Folhas Ultras.
Após a entrevista publicada no seu blog, o historiador espanhol Xavier Casals enviou-nos um comentário que publico com todo o gosto, pelo interessante cariz comparativo que oferece às futuras investigações sobre as direitas radicais ibéricas.
as memórias das testemunhas e as críticas dos leitores, porque escrever História é sempre uma obra comunitária.